22 novembro, 2017

Abraço - porque é importante?

Foto de internet:
 ABRAÇO, porque é importante?

   O dia do abraço é celebrado em 22 de maio.
 
Antes de qualquer coisa, pesquisas que apontam abraço como terapia sugerem também que abraçar estranhos, ou contra a vontade, tem efeito estressante. ok? Segundo a Wikipedia... abraço é quando duas ou mais pessoas, geralmente duas, ficam parcial ou completamente conectadas entre si, utilizando os braços, ou seja, entre os braços. Abraço é usado, dependendo da cultura local, como forma de demonstração de afeto de uma pessoa para/com outra. Através dele, podemos cumprimentar ou expressar sentimentos como carinho, amor, compaixão, saudade, congratulação, terror, etc. Um abraço em alguém pode demonstrar também proteção instintiva. Desejos ou pensamentos que muitas vezes são difíceis de serem expressados por palavras... são facilmente explicados num abraço.
     É possível um abraço "completo", que é quando as duas pessoas se abraçam entre si, ou um abraço unilateral, quando alguém permanece imóvel e a outra pessoa a abraça - o que é chato, mas pelo menos praticam o abraço. Geralmente um abraço é dado pela frente de ambos, mas também pode ser dado de lado ou por trás. Entretanto, a expressão "abraço por trás" pode ter um sentido sexual mais forte.
     Um abraço pode ser coletivo e dado entre mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Um abraço é uma forma de "texto", que expressa sentimentos, que podem envolver interesse, raiva, amor, desejo sexual apenas... ou um cumprimento no politicamente correto.
     Algumas pessoas fogem do abraço porque a cultura de vida delas, traduz a continuação de um desejo sublimado no exercício da felicidade. Outras bloqueiam, fogem disso, porque não prepararam a mente pra receber apenas o abraço e sim o abraço, mais o que a tradução da alma conclui... que pode ser a continuação de carinho mais acentuado, que não foi recebido na estrutura familiar.
     É possível também abraçar objetos ou animais, como por exemplo uma árvore ou um pequeno cão. Algumas vezes, abraços entre amigos pode ser feito ou finalizado com uns tapinhas nas costas. Dependendo da intensidade e forma como é expressado, um abraço pode fazer parte do relacionamento sexual dos seres humanos, despertando tanto no homem quanto na mulher, sinais de libido. Esse tipo de abraço pode ser seguido por um beijo. Apesar de incomum, pode-se dizer também que alguns animais podem abraçar. Uma gorila, por exemplo, pode abraçar seu filhote de forma muito parecida com o ser humano, uma gata pode cobrir seus filhotes com a pata para proteger, e pode ser interpretado por nós como um abraço.
     Um abraço impessoal - geralmente é apenas "falado" e não é dado de fato. Especialmente no Brasil, é comum cumprimentar ou se despedir dizendo "um abraço", mas muitas vezes não abraçando de fato. Esse tipo de abraço impessoal é um sinal de mínima intimidade, mas é comum também entre pessoas desconhecidas. Ao se despedir numa carta, por exemplo, é relativamente comum dizer "um abraço", "abraço" ou "abraços". Na linguagem da internet - o internetês - isso pode ser ainda representado por dois colchetes, desta forma: []'s ou ainda por parênteses assim: ()'s ou mesmo escrito sob a forma de "abç" ou "abs" (não apenas na internet, mas também em uma carta ou bilhete informal). Esse tipo de expressão, no entanto, não é tão comum em outras línguas. No inglês, por exemplo, "hug" pode ser íntimo demais caso seja escrito ou falado e dificilmente tem o sentido impessoal.
     Na cultura popular brasileira, um abraço sexual, exprime uma conotação sexual que inclui o famoso "amasso" ou "abraço quente". Um abraço neste estilo consiste geralmente em apalpar, apegar-se ou apertar mais que um abraço comum. 
     Amplexoterapia - Acredita-se que abraçar seja uma ótima terapia contra a tristeza e a depressão, pois o abraço seria muito mais do que um simples "apertão" de braços, e que no momento que abraçamos afetuosamente a quem apreciamos, transmitimos ali emoções como o amor e a paz. 

 Algumas FRASES de efeito sobre abraço:
 
*Abraço é o encontro de dois corações. (Cazuza)
*Não se engane com um abraço, com um sorriso, pois os falsos também sabem fazer isso. (a/a)
*O coração nunca envelhece. Basta um serviço, um nada, um abraço e tudo nele se ilumina e aquece. (Antonio Feijó)
*Tudo que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve. (Martha Medeiros)
*Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave que pode virar colo. Alento, tenso que pode virar despedida. Abraço é confissão. Abraço não pode ser rápido senão é empurrão. Requer cruzamento dos braços e uma demora do rosto no linho.
*Abraço é para atravessar o nosso corpo. (Carpinejar)
*A palavra manda embora e o corpo pede um abraço. (Carpinejar)


1. Abraços protegem contra os efeitos do estresse
Uma pesquisa feita pelo professor de Psicologia da Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, Sheldon Cohen comprovou que o abraço protege dos efeitos do estresse, da depressão e da ansiedade. O estudo foi publicado em 2014 na revista científica Psychological Science.

2. Diminuem os riscos de infecções
Durante a pesquisa sobre os efeitos dos abraços em pessoas estressadas, Sheldon Cohen entrevistou 404 adultos saudáveis e, durante 14 noites, indagou aos participantes por telefone sobre a frequência de conflitos interpessoais e abraços que receberam. Depois, as mesmas pessoas foram intencionalmente expostas a um vírus comum da gripe e submetidos a uma quarentena para avaliar os efeitos. Quem recebeu mais abraços teve reduzido o risco de infecções e também enfrentou melhor os conflitos que surgiram. Chegamos à conclusão de que quem recebe um abraço de uma pessoa em quem confia transmite mais apoio e aumenta a própria frequência de abraços. Percebemos também que o abraço reduziu os efeitos nocivos do estresse – disse Cohen.

3. Ajudam quem tem problemas para compartilhar emoções
De acordo com um estudo feito na Faculdade de Artes e Ciências da University of Missouri, nos Estados Unidos, pessoas que sofrem com alexitimia _ termo utilizado para designar quem tem dificuldade em verbalizar emoções e descrever sentimentos _ podem ser beneficiadas pelo abraço. Em um estudo, publicado em 2011 na revista científica Personality and Individual Differences, pesquisadores dessa instituição mediram o afeto compartilhado em 921 pessoas diagnosticados com alexitimia. Ainda que eles tenham problemas para se relacionar, a comunicação mais afetuosa aliviou a aflição que essas pessoas sentiam e que gestos como o abraço fizeram com que elas liberassem hormônios que aliviam o estresse.

4. Abraço de mãe diminui a ansiedade das filhas
comprovou algo que tem sido dito há muitas décadas: o abraço de mãe é um santo remédio para quem está passando por uma situação de estresse. Em 2010, Seltzer reuniu um grupo de sete meninas, todas com 12 anos, e pediu que elas resolvessem uma série de problemas matemáticos em frente a pessoas que não conheciam. Enquanto elas participavam do exercício, o ritmo de seus corações e os níveis de cortisol – hormônio associado ao estresse – foi medido. Um terço das meninas foi consolada com um abraço de suas respectivas mães, um segundo grupo recebeu uma ligação das mães e o terceiro não interagiu. O efeito benéfico foi o mesmo entre as adolescentes que ganharam abraço e as
que falaram ao telefone. O nível de oxitocina, conhecido como o "hormônio do amor" ou o "hormônio da felicidade", aumentou significativamente nas participantes dos dois grupos e continuo fazendo efeito depois que o exercício foi finalizado.

5. Reduzem a pressão arterial
Em 2013, um estudo da Universidade Médica de Viena, na Áustria, liderado pelo neurofisiologista Jürgen Sandkühler, comprovou que abraçar alguém pode, além de promover o bem-estar, reduzir a pressão arterial e melhorar a memória. No entanto, o efeito só se manifesta se o ato de afeto é feito por alguém de confiança. A "culpa" é da oxitocina liberada no organismo. O hormônio, quando presente na corrente sanguínea, reduz a pressão arterial e diminui a sensação de estresse e ansiedade.
– Nossa pesquisa mostrou que o efeito positivo só ocorre se as pessoas confiam uma nas outras – explicou Sandkühler. Mas atenção: a mesma pesquisa percebeu que abraçar estranhos tem efeito estressante.

6. Aliviam a dor
Na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, a psicóloga Karen Grewn também pesquisou sobre os efeitos do abraço e comprovou que o carinho pode aliviar a dor. Ela e sua equipe recrutaram mulheres que sofrem com enxaqueca e, durante os testes, as participantes relataram melhora significativa na dor de cabeça. A conclusão de Grewn foi de que os cérebro recebe primeiro os sinais de alívio em relação à sensação de dor.

Independente do foco ou motivo pelo qual vc abraça ou deixa de abraçar... pratique o exercício do abraço, saiba separar abraço como energia e terapia de uma trepada. Também não vale sair por aí abraçando que nem louco apenas pra se sentir praticando energia de vida... mas entenda que abraçar... é um exercício... como amar, sentir alegria etc.

Abraço é vida. 
Figueira Junior


06 novembro, 2017

Consciência "Artística do Eu" : Informação : Processamento : Execução

O Que Motiva Você?
Motivação - o que move a ação - e pode ser até mais importante e decisiva pra resolver um sonho  do que o talento em si, que representa apenas parte do todo.
A fonte dessa motivação pode vir dos itens :
Autonomia
Valor
Competência
que podem ser ampliados e ajustados em nosso próprio benefício.
Pense nas palavras:
*1 Autonomia/Valor/Competência/
provocando :
Informação/processamento/execução.
Numa tradução agregada, podem fazer a diferença entre seu desejo realizado ou não, mas pra isso devemos atentar pra algumas dicas :
*Se sentir um indivíduo responsável gera mais motivação.
O conhecimento de si, está a serviço da transformação de si... logo, mais conhecimento, mais caminhos, mais processamento de emoções, que se executadas numa linguagem não apenas nossa, mas também padrão do universo, nos levará para a plenitude da alma, a realização de desejos, sejam eles profissionais ou não.
Há uma filosofia budista (Dogen - mestre zen) que diz que "estudar o eu, é esquecer-se do eu, e esquecer-se do eu, é reconciliar-se com todos os seres", em nosso caso com o universo.
Pois bem, há profissões, coisas que queremos na vida e que precisam de uma desconstrução do eu, focada no objetivo, para que nessa desconstrução se encontre a construção adequada, não apenas à nossa tradução de vida, como também ao ambiente em que estamos no cosmo. Isso complementa a descrição Freudiana do Eu, que diz que o "Eu", é uma imagem daquilo que vejo refletido no olhar do outro, daquilo que suponho poder causar no outro e nesse vai e vem de sensações, executamos (interpretamos) "mensagens" - no caso artisticamente.
Em se tratando do oficio "dublagem", reflito a mensagem do que observo na tela, no caso do teatro, no olhar ou dialogo do outro ator.
Especialistas dizem que agir sob coação gera um "tributário mental" - sendo assim, em nossa analogia, nas aulas... pagamos um "tributo, um dizimo, pra nossos duendes, com seus dogmas, na verdade nossos dogmas contextualizados por eles. Não podemos nos livrar deles, e em inúmeras vezes acabam dificultando, desviando a atenção de nosso processamento e execução da cena exigida.
Porém, quando perseguimos algo que acreditamos, nos acrescenta energia, funciona como combustível pra motivação, são algumas casas andadas no jogo.
Quando conseguimos autonomia, isto é , conseguimos fazer um trato com nosso ou nossos duendes, e ele ou eles nos dão um tempo - conseguimos atribuir valor , importância  a cada passo ou atividade, o que acrescenta energia à motivação, que por sua vez aprimora a COMPETÊNCIA. Se somos competentes, então somos capazes... e aí inicia-se um principio positivo para nossa execução. Inteiros no foco, e treino, é questão de tempo.
Como é que o conhecimento se relaciona com sua vida, com o seu sonho e daquilo que aprendeu, quanta energia foi gerada para motivar a competência?
De quanto, numa escala virtual de 1-10, é a competência? Ela faz você gostar do que faz ou você faz o que gosta? Ou faz porque a mídia sugestiona você?
Só a prática do exercício que foca esse sonho, produz "anticorpos contra uma baixa auto estima ou sensação de incompetência, nos tornando capazes de execuções. Conforme vamos obtendo informações, aumentamos nosso banco de dados, podemos processá-las e havendo exercício ou prática do mecanismo de motivação + ação + valor, o resultado é a sensação de competência que gera perseverança, que por sua vez gera mais competência. São pedras que formam o dominó do nosso sonho.
          Acreditar que nosso esforço, nossas crenças promovem a excelência, pode ser inspirador, desde que essas crenças não estejam viciadas - não compatíveis com a linguagem foco do objeto - olha os duendes aí. Elas não devem  atrapalhar, devem ficar nas gavetas espirituais e apenas quando forem requisitadas  pela determinação amadurecida e objetivadas no foco, venham "conversar, sem vícios nem dogmas errados, na tradução do universo.
Há o momento de se perguntar se tem alguma coisa que está impedindo a realização do sonho, da felicidade... - qual é essa coisa? Estamos no caminho certo? Perdemos alguns vícios? Nossos duendes estão mais fofos com a gente e nós com eles?
ou...
Há falta de autonomia? Aonde anda a motivação? Porque ela sumiu?
A ação gerada pela motivação está viciada ainda, está da forma errada e por isso houve desanimo? Há dúvida quanto à capacidade e porque?
Estresse e ansiedade são fatores prejudiciais... e se acompanhados de crenças viciadas, instrumento de barganha de nossos duendes interiores... geralmente  potencializam  a vontade de conseguir o que queremos e a capacidade de escolha fica prejudicada...
Numa linha do tipo: "se eu pensar que vou comer pra depois ir no banheiro evacuar tudo.... ou: "não vou namorar nem casar porque as relações acabam mesmo, acabo não saboreando o durante, a felicidade da execução.... me privo de emoções que somente nessa estrada poderei conhecer, que inconscientemente me tornam mais ansioso pela busca.
Enfrentar essas fontes negativas com resistência, fortalece a determinação, que gera valor, que gera competência e promove um produto final positivo.
O ciclo então recomeça com mais prática - com pinceladas de reconhecimento.
......
Do ponto de vista da neurociência, em alguns casos, o caminho, ou seja, a busca pelo que desejamos pode gerar mais prazer do que os finalmente...
e então somos levados a um stop desse exercício do finalmente, por conta da felicidade da busca...como se parássemos , déssemos uma pausa em nosso sonho.
          Quando formatamos nosso desejo sempre teremos que avaliar o custo benefício do que está em jogo. Temos os botões emocionais/somáticos,  cada um com uma função ou lembrança que nos ajudam a identificar uma lembrança ruim ou boa e então filtramos mais motivação, que nos move a mais ação - seguimos então na estrada do sonho , traduzindo as sensações, compreendendo-as melhor.  
          Essa capacidade depende de quanta importância e valor se dá a esses marcadores/botões somáticos... que nada mais são do que nossas sensações percebidas por estados físicos, por nossos sentidos... construindo nosso eu. Quanto mais um EU consciente, mais estímulo de bem estar e por conseguinte um nível de satisfação maior, gerando energia pra mais "execução.
Todavia tem que ficar atento a armadilhas apresentadas pela informação no caminho dessa execução.
          Estudos de profissionais concluíram que dicas e orientações descritas num experimento com duas turmas, em letras estilosas (manuscritas - difíceis de ler) e letras padrão (bem fáceis de ler) - sugeriram preguiça na caminhada do sonho, por parte de quem foi orientado pelas letras manuscritas e difíceis de ler.... e em contrapartida deixou uma sensação de mais fácil e conseqüentemente mais motivação, na turma que foi orientada com letra padrão...
ou seja:
Desconstruir a facilidade, para gerar dificuldade, seja pela midia ou amigos, leva ao desestimulo do sonho. Isso não deve ser confundido com uma vida toda fácil, sem dificuldade. Certas coisas podem ser difíceis, o que é diferente de serem impossíveis.
Esforço e dedicação são necessários.
Por outro lado, o cérebro emprega truques e atalhos fáceis para que o indivíduo ache que não há necessidade de prática, de execução equilibrada com o que o universo requisita. Basta pensar, agir com nossa tradução, sem levar em conta a tradução do universo e está tudo bem. Não é simples como pretendemos, mas não é impossível como o sistema quer que acreditemos.
Praticando, pode se tornar possível a solução de um sonho ou então a consciência do quanto falta e o quê, pra que ele se torne realidade.
No caso da dublagem:
Nosso cérebro precisa estar atento e voltado à execução do item exigido, ou seja, colocar na boca de alguém que está na tela, um texto e uma interpretação adequada ao que está sendo dito... isto é : a mensagem correta pro publico a que se destina.
Numa analogia com direção na estrada, ocorre um toque do celular, sugerindo uma mensagem de alguém querido ou inimigo, ou então um carro lindo que desejamos passa na nossa frente... pode ser que reações sejam requisitadas por nossos "duendes, ao inconsciente, que estava voltado pra execução da "tela,.... e essa brecha resulte num descompasso da atuação, numa equivalência da direção - em uma colisão na avenida. Isso não é bom. Gera uma demanda de atenção que na avenida ou num estúdio, traz prejuízo.
          Duendes neste contexto representam uma atenção emocional forte e requisitam de nosso cérebro um espaço valioso que faz falta na execução de nosso raciocínio. Imagina uma rodovia com 6 pistas.
A 1é usada pelo original da produção a ser dublada, a 2 por funções biológicas inconscientes como respiração, etc, a 3 pra retorno natural...e sobram 3 pra execução, ou seja, a interpretação.
Geralmente vem o duende e toma 1 ou 2 pistas dependendo da carência, dos dogmas que ele vai "defender... e sobra 1 ou nenhuma pra realizar o processo, quer dizer, o "sistema trava... não sai a "mensagem.
Cientistas defendem que o mecanismo da atenção/supressão... pode nos ajudar, a saber:
Quando focamos num objetivo se é possível suprimir todo o resto em volta porque o ambiente e nossa consciência estão confortáveis, então visualizamos mais facilmente as emoções, ferramentas pra nossa execução.
Se usamos a ansiedade e coagimos nosso cérebro a ficar atento... talvez haja um filtro desconfortável, que ofuscará as emoções, ferramentas de nossa execução... e o produto final poderá ser comprometido... uma brecha que nossos duendes sabem usar muito bem, afinal coação não tem uma associação espiritual fofa.
Aprendemos então que, ficar atento em determinados exercícios pela supressão gera mais valor, mais competência do que simplesmente coagir nosso cérebro a ficar atento.
Viva a consciência confortavelmente nutrida de Autonomia, valor e competência.
E viva a informação, processada numa execução brilhante saboreada no ar condicionado do "Pão de Açúcar".

*1
Autonomia : (estado onde se está livre para exercer as ferramentas de nosso exercício)
Valor: (Importância dada ao que fazemos, quanto está valendo nosso approach)
Competência: (Moeda/tradução do sistema, equilibrada com nossa tradução de vida)
Informação: (Tudo que chega até nós e fica em nosso "banco de dados")
Processamento: (Transformação do conhecimento e informação numa tradução adequada à execução)
Execução
Nosso approach, nossa mensagem em estado equilibrado com o sistema sendo "escutada/gravada

Por: Figueira Junior
"Fonte- base": Revista Mente e Cérebro - ano XII n. 288


28 março, 2017

Intervalo pro Café

Intervalo pro CaféEstes dias encontrei com uma galera legal do INTERVALO PRO CAFÉ  e conversamos bastante sobre dublagem. Você que sempre teve curiosidade sobre nosso trabalho, dá uma espiadinha , e se for o caso pode comentar o que achou. Obrigado Rodolfo, Ricardo e Renato pelo convite.
Respondo algumas curiosidades sobre nosso trabalho.




Vale conferir :)





17 setembro, 2016

O Pai

O Pai
de Florian Zeller...

...é uma obra que transforma lágrimas em risos, risos em lágrimas, retratando com requintado humor as vidas de um pai e de uma filha.
Escrito em 2012, e premiado no circuito LONDRES, PARIS, NOVA IORQUE E BUENOS AIRES.... o texto descreve questões delicadas de uma forma poética, numa atuação deliciosamente caprichada de Fulvio Stefanini.
Se perder no mundo pode ser uma aventura num contexto padrão e focado na experiência da felicidade, mas pode também traduzir uma identidade perdida, uma alma que vive seu mundo numa redundância triste porque perdeu o fio, tentando se achar em diálogos desconexos. Fascinante. Como lidar com um parente que em determinado momento não o reconhece mais? Questão difícil.
Léo Stefanini (o filho) caprichou nos detalhes - dirigiu o elenco afiadíssimo e é claro, a Morente Forte foi atrás da forma "requintada de ser", nos trazendo uma mensagem linda e mostrando o talento dos profissionais envolvidos. UM LUXO.
Você vai rir, se emocionar e refletir... e...
"Ao cair do pano não fique triste, sorria, saia feliz, dance, sapateie, que a vida vale a pena" - NESTAS palavras de Fulvio, entendemos o porque nos comovemos ao ver sua atuação, e uma história que nos faz refletir o mundo mágico da vida com seus delírios, ora complexos, ora nem tanto.

Ficha técnica:

Texto: Florian Zeller
Tradução: Carolina Gonzalez e Lenita Agheton

Direção: Léo Stefanini

Elenco:
Fulvio Stefanini
Carolina Gonzalez
Lara Córdulla
Carol Mariottini
Paulo Emílio Lisboa
Wilson Gomes


Trilha Sonora Original: Raul Teixeira e Renato Navarro
Cenário: André Cortez
Iluminação: Wagner Antonio
Figurino: Letícia Barbieri
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustus, Beth Gallo e Thais Peres - Morente Forte Comunicações
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas F.
Cabelo e Maquiagem - fotos: Janne Brandão e Mauricio Dos Anjos
Filmagens e edições para Web: Jady Forte
Midias sociais: Dani Angelotti e Luciano Angelotti
Assistente de Cenografia: Carmem Guerra
Assistente de Figurino: Camila Pizziolo
Assistente de Fotografia: Andreia Machado
Equipe de Cenotecnia: Pardal - Produtor: Tripa - Cenotécnicos: Du, Piaui, Bahia e Chagas
Operador de luz: Diego Cortez
Operador de som: Valdilho Oliveira
Camareira: Veronica Moraes
Contraregra: Renan Silverio
Assessoria Contábil: Marina Morente
Assessoria Administrativa: Alceni Braz
Assistencia de Produção: Bárbara Santos e Mariana São João
Administração: Magali Morente Lopes
Produção de Apoios: Gabriel de Souza
Produção Executiva: Katia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
Realização: Morente Forte Comunicações Teatrais e Sangiorgi e Gonzalez Produções



Audiodório do Masp Unilever
Avenida Paulista, 1578
Sexta, sábado às 21h00 domingos às 19h30.
Telefone: (11) 3149-5959
Temporada até dia 30 de Outubro.

Vale conferir ;)

03 agosto, 2016

O Aprendiz de Feiticeiro

O Aprendiz de Feiticeiro

Da obra de Johann Wolfgang Von Goethe, dramaturgia Antonio Calmon e direção de: Eduardo Figueiredo, numa produção de Manhas & Manias Projetos Culturais, temos alguns componentes que geram um momento especial onde você vai rir, se emocionar, inspirar muita poesia numa adaptação do Clássico que entrou no gosto da garotada e faz a alegria dos pais, que neste caso também vão saborear não apenas um momento infantil, aquele em que o pai se esforça para satisfazer os pimpolhos levando-os ao teatro, mas também uma mensagem gostosa. Os olhos e o coração agradecem.
Arthur, excelente aluno, dono de uma grande imaginação e míope, sofre por conta disso, constante bullying por parte dos valentões de sua escola. Numa dessas agressões ele é salvo pela valente Jane. A linda colega que todos querem namorar, mas não antes que seus algozes quebrem o celular dele.
Por sorte a garota tem um celular extra, que acabou de ganhar de aniversário. Generosa, diz que prefere o seu mais antigo, com o qual mente que estaria mais acostumada. Assim Arthur ganha um celular ultramoderno e descobre nele uma novidade: "O JOGO DO FEITICEIRO AMBRÓSIO".
Ao manejá-lo ele é transportado para o passado, para o período medieval, para os tempos do rei Arthur, dos livros que tanto ama. A partir daí, misturando tecnologia com magia, dragões e efeitos deliciosamente ensaiados com Luz Negra, figurinos lindos e criativos, Arthur interage com o Feiticeiro Ambrósio (deliciosamente interpretado pelo excelente Mauricio Machado), mostrando o quanto os obstáculos, principalmente na adolescência e a importância dos valores como amizade, podem trazer uma experiência de vida bem interessante. A recompensa disso no caso de Arthur é ver o desejo de namorar a bela Jane se concretizar por conta do aprendizado.
A criatividade da narrativa, uma direção caprichada e elenco afiado, fazem desta produção um momento especial no Teatro CCBB - Centro Cultural Bando do Brasil  - SP. Espetáculo integrante do projeto Temporada Infantil Brasilprev. Patrocínio Brasilprev.

Autor: Antonio Calmon
Direção: Eduardo Figueiredo
Assistente de direção: Marcelo Callegaro

Elenco:

Mauricio Machado (Feiticeiro Ambrósio e Rei Henrique)
Guilherme Lobo (Arthur)
Klara Castanho (Jane e Lady Jane)
Julio Oliveira (Fred e Principe Frederico)
Wilson Feitosa (Bobo da Corte)
Victor Garbosa (Rico, Ricardo, Malvina)
Miguel Roque (Pagem da Corte)


Direção Musical: Guga Sroeter
Preparação de Elenco: Dani Biancardi
Co-direção Nusical e Trilha: Matias Capovilla
Coreografias: Janaina Marlene
Preparação Vocal: Roberto Anzai
Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti
Direção de Arte, Cenário e Figurinos: Marcio Vinicius
Visagismo: Anderson Bueno
Perucas: Wellington Fontinele e Emely Garcia
Bonecos: Anie Welter e Renata Andrade
Operador de Som: Tomé de Sousa
Camareira: Rejane Felix e Ilza Ventura
Contrarregra: Guilherme Holler
Programação Visual: Vitor Vieira
Luz Negra - Treinamento e Manipulação: Anie Welter
Efeitos Especiais: Alexandre Delben
Fotografia: Gabriel Wickbold
Gerente de Produção: Bia Izar
Produção Executiva: Ton Miranda
Administração: Vanessa Campanari
Financeiro: Thais Vasconcellos


Centro Cultural Bando do Brasil
Rua Alvares Penteado 112 Centro SP
(próximo as estações Sé e São Bento do Metrô
Inf. 11- 31133651/31133652
Sábados às 11H
Até Novembro de 2016

Vale conferir ;)

06 maio, 2016

Cinema Sonoro - Entrevista com Figueira Junior

Cinema Sonoro

Esta semana tive o prazer de conversar com:
Maria Fernanda Luvizotto
do canal:

Cinema Sonoro
...um programa de entrevistas sobre a sétima arte.
A apresentadora Mafê Luvizotto traz convidados interessantes para falar sobre suas vidas e carreiras, sempre traçando um paralelo com filmes que marcaram suas escolha e nesta edição do Cinema Sonoro ela conversou comigo (uma fofa) olha só:
"Maria Fernanda Luvizotto conversou com o dublador, professor e diretor de dublagem Figueira Junior. Ele é conhecido por dar voz ao personagem ‪#‎Fry‬ da série ‪#‎Futurama  ele contou como começou a trabalhar na área, falou sobre os desafios que os profissionais enfrentam, ressaltou a importância de haver filmes dublados para abranger um público maior e deu um panorama do mercado de dublagem no Brasil.
E sobre um filme que mostra o universo da dublagem, citou “Uma Babá Quase Perfeita”, estrelado pelo saudoso Robin Williams".




Assista agora! E não se esqueça de curtir nossa página aqui no Facebook e se inscrever aqui no nosso Canal do YouTube.


  Cinema Sonoro
Apresentação, produção e edição: Mafê Luvizotto
Câmera, áudio, vinheta e pós produção: Jonas Bernardi 
Direção: Anna Carl Lucchese
Realização: Finestra Produtora



25 abril, 2016

Killing Chekhov Softly - A Gaivota

Killing Chekhov Softly - A Gaivota

A Gaivota, baseado na obra de Anton Tchekhov.
Um grupo de teatro discute a linguagem teatral a partir da encenação de A Gaivota. No clássico russo, um aspirante a escritor, filho de uma famosa atriz, apresenta sua primeira peça para familiares e amigos.
Os conflitos giram em torno de sua relação com a protagonista da peça e sua namorada, e da aprovação que ele espera da mãe e do padrasto.
A caracterização dos personagens vai aparecendo, sendo percebida na medida em que as falas vão acontecendo.... gestos e movimentos do ator pelo palco vão nos dando a dimensão da leitura que a direção propõe.Talvez a de uma sociedade vulnerável aos problemas existenciais.
Há um pessoal que sugere comédia, outros tragédia... o que se vê é uma leitura acentuadamente trágica de uma história que pelo conteudo nos chega e sugere comédia, haja visto as cenas romanticas e entreatos engraçados sugeridos com criatividade pela atuação do elenco.(destaque para Rafhael Gama e Teca Pinkovai que dão um brilho especial ao espetáculo).


Ficha Técnica:

Direção: Gian Marco Delle Sedie
Adaptado do original "A Gaivota" de anton Ckekhov
Tradução do inglês: Daniela Panisi
Visagismo: Kene Heuser
Colaboração de Figurinos: Ana Lys
Som e Luz: Federico Guerreros
Cenografia: Estúdio 3GPR
Assistente de direção: Rafhael Gama
Assistente de Produção: Ewerton Novaes e Dani Greco
Produção: OCDB Produções
Fotos: Ed Félix


Elenco...

Ana Lys
Cleiton Santos
Dani Greco
Erika Caprotti
Ewerton Novaes
Gian Marco Delle Sedie
Giovanna Cassavia
Jose Marcos
Kene Heuser
Marco Nepomuceno
Miguel Langone
Rafael Herrera
Raphael Gama
Teca Pinkovai
Vanessa Greghi

Top Teatro
Rua Rui Barbosa, 201 - Bela Vista
Sábados às 21h e Domingos às 19h


Curtíssima temporada.
Até 01 de Maio de 2016
Vale conferir ;)

22 abril, 2016

Beijo No Asfalto

Beijo No Asfalto

É tudo preto no branco na obra de Nelson Rodrigues... parece que estamos lendo um livro em HD, onde um elenco afiado e uma direção idem (de Jair Aguiar) caprichada, nos deixa saborear uma história forte, como é de praxe em obras do autor.
Leão Lobo está muito à vontade em cena.... uma surpresa gostosa.
A base da trama é a forma sensacionalista como os fatos cotidianos são retratados pela mídia, um beijo dado por um homem casado na boca de outro homem, que acaba de ser atropelado e está a beira da morte, vira manchete de jornal. O Beijo no Asfalto, se torna o assunto mais comentado em toda a cidade. Sexualidade, intrigas, ética na imprensa (mesmo escrito em 1960... continua atual, num paralelo com a ética de imprensa de 2016) e crise familiar são os temas principais que englobam o enredo.

Ficha técnica:

Autor: Nelson Rodrigues
Direção Geral: Jair Aguiar
Direção Artistica: Antonio Netto
Cenografia e Figurino: Márcio Tadeu
Confecção de Figurino: Lrd Lu - Lais Ferrari
Cenário: Studioum Marcenaria
Iluminação; Will Damas
Operação de Luz: Agnaldo Nicoleti
Operação de Som: Ivone Ferreira
Assistência Geral: Clayton Justino

Atores convidados:
Antonio Netto, Diego Rodda, Fernanda Gonçalves, Leão Lobo e Niveo Diegues

Elenco:
Alvaro Costa (nesta temporada com o talento: Cristian Mazetti), Edivaldo Gomes, Marcio Vasconcelos, Natália Martins e Samira Aguiar

Produção: Grupo de Segunda
Realização: Cia das Artes
Assessoria de Imprensa: Corleone Assessoria de Imprensa Cultural
Fotos: Zé Naklem
Design Gráfico: Rodolfo Lacerda


 
 Teatro Parlapatões
Pça Roosevelt 158 - tel: (11) 32584449 - SP

até 21/04/2016
 Vale conferir... fique atento a programação da sua cidade. :)

13 março, 2016

Ou Tudo Ou Nada

Ou Tudo Ou Nada

Às vezes a vida nos leva a um caminho do Tudo Ou Nada... 
neste texto delicioso c musicas gostosas e elenco show....eis a comédia musical que tá dando o que falar.
A Dir. Musical é do excelente Miguel Briamonte.
Desempregados, seis marmanjos não vêm outra alternativa para ganhar dinheiro e ainda que não tenham experiência nem digamos, corpos sarados, decidem ganhar a vida fazendo striptease.
"A montagem brasileira do musical criado a partir de um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema nos anos 1990 – The Full Monty – conquistou os cariocas em sua temporada de 5 meses no Theatro NET Rio, com direção de Tadeu Aguiar e versão de Artur Xexéo. Devido ao grande sucesso, o espetáculo segue para São Paulo em curta temporada no Teatro NET-SP

Em 1997, um filme britânico independente, de baixo orçamento e sem grandes nomes do cinema internacional no elenco, era lançado. A comédia, ambientada numa cidade antes próspera e em fase de decadência, contava a história de seis demitidos – sujeitos comuns – que arranjavam um meio muito original de dar a volta por cima: subir ao palco para um striptease. Para isso, têm de enfrentar seus medos e inseguranças quanto à aparência ao investir no show em que, como diferencial, promete a nudez completa. The Full Monty, imediatamente ganhou o reconhecimento do público, virando fenômeno de bilheteria.

Transformado em musical de sucesso na Broadway por Terrence McNally e David Yazbek, a comédia ganhou dezenas de montagens mundo afora e, agora, é montado no Brasil, com concepção e direção do experiente diretor e ator Tadeu Aguiar, fartamente premiado por Quase Normal.

Ou Tudo ou Nada tem direção musical de Miguel Briamonte (das versões brasileiras de O Fantasma da Ópera, Chicago, A Bela e a Fera, Les Misérables) e texto em português de Artur Xexéo, com realização da Estamos Aqui Produções Artísticas, em parceria com a Brainstorming Entretenimento.

No elenco de 17 atores, liderado por Mouhamed Harfouch, tem Patrícia França como atriz convidada, e participação especial de Sylvia Massari.

Direção: Tadeu Aguiar
Autores: Terrence McNally (texto) e David Yazbek (música)
Baseado no filme da Fox Searchlight Picture escrito por Simon Beaufoy, produzido por Uberto Pasolini, dir. de Peter Cattaneo.
Direção musical Miguel Briamonte | Versão para o português Artur Xexéo


Elenco:

Mouhamed Harfouch (Jerry)
Saulo Rodrigues (Dave)
André Dias (Malcolm)
Victor Maia (Ethan)
Carlos Arruza (Harold)
Sérgio Menezes (Jegue)
Xande Valois / Pedro Henriques Motta (Nathan)
Patrícia França (Vicki)
Kacau Gomes (Geórgia)
Sylvia Massari / Betina Vianny (Jeanette)
Stela Celanuo (Pam)
Carol Futuro (Estela)
Claire Nativel (Susan)
Larissa Landin (Joana)
Fabio Bianchini (Bobby/Keno)
Felipe Niemeyer (Teddy)
Gabriel Peregrino (Regis)

 Cenário: Edward Monteiro
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Coreografia: Alan Rezende
Desenho de luz: David Bosboom e Daniela Sanchez
Desenho de som: Gabriel D’Angelo e Bruno Pinho
Multimídia: Paulo Severo
Orquestração: Harold Wheeler
Arranjos vocais e incidentais: Ted Sperling
Arranjos para músicas de dança: Zane Mark
Preparador vocal: Mirna Rubim
Design gráfico: Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa: Morente Forte



Músicos:
Miguel Briamonte, Daniel Sanches – piano
Josias Franco, Ricardo Hulck, Marco Moreira (Chiquinho) – sopros
Pedro Silveira – guitarra
Leandro Vasques – baixo
Leandro Pagani – bateria
Coordenação de produção: Norma Thiré
Produção geral: Eduardo Bakr
Produtor Associado: Brainstorming Entretenimento
Realização: Estamos Aqui Produções Artísticas

TEATRO NET SP (799 lugares)

Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia/5° andar
Sextas e Sábados às 21h | Domingos às 17h

Duração: 140 minutos
Temporada: Até 01 de Maio

VALE A PENA CONFERIR :)

14 julho, 2015

Nine - Um Musical Fellinano

Nine - Um Musical Fellinano

De Charles Möeller e Cláudio Botelho...
É de encher a alma de prazer o que os olhos presenciam no palco do teatro PORTO SEGURO em SP.
Com um elenco afiado nas mãos de uma direção ágil e criativa, talentos como Totia Meireles, Carol Castro, Renata Villella, Nicola Lama...fazem com que o publico assista um espetáculo delicioso, com boa música e figurinos caprichadíssimos. Inspirado do filme "8 1/2" (1963), do cineasta italiano Federico Fellini, o musical da Broadway coloca em cena Guido Contini, um diretor de cinema que atravessa uma grave crise criativa. Para se livrar das perturbações, ele decide passar alguns dias em um spa em Veneza, onde acaba encontrando as mulheres de sua vida, seja em sonho, em memória ou na realidade.
Assim como no filme 8 ½, de Fellini ( e em vários outros de sua autoria), a narrativa é fragmentada e o real e o imaginário estão juntos. Nine é um sonho antigo acalentado por Möeller e Botelho, que pode ser concretizado com a abertura do Teatro Porto Seguro (empresa que patrocina a montagem).
 Elenco: 
Nicola Lama (Guido Contini)
Totia Mireles (Lili La Fleur)
Carol Castro (Luisa Contini)
Mayana Moura (Claudia)
Malu Rodrigues (Carla)
Leticia Birkheuer (Stephanie)
Myra Ruiz (Sarragina)
Renata Villella (Nossa Senhora do Spa)
Isabella Moreira (Giulietta)
Gabriel Ferrarini  e Nicolas Cruz (Guidinho)
Camilla Marotti (Veronica)
Lais Lenci (Francesca)
Lola Fanucchi (Rossella)
Priscila Esteves (Sofia)
Participação especial: Beatriz Segall (Mãe de Guido)

Orquestra: 
 Paulo Nogueira, Rodrigo Hyppolito, Douglas Andrade, Mauro Domenech, Helena Imasato, Watson Clis, Paulo Jordão, Douglas Freitas e Mauro Oliveira.

Direção Musical e Versão Brasileira: Claudio Botelho
Cenografia: Rogério Falcão
Figurinos: Lino Villaventura
Coreografias: Alonso Barros e Charles Möeller
Design de Som: Ademir Moraes Jr.
Design de Luz: Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical e Regência: Paulo Nogueira
Visagismo: Beto Carramanhos
Coordenação Artística: Tina Salles
Produção Executiva: Edson Lopes


Teatro Porto Seguro
Direção Artistica: Marco Griesi
Gerencia Geral: André Acioli

Al. Barão de Piracicaba, 740, Campos Elíseos, São Paulo
Fone: 32267300 e 32232090
Quintas, sextas e sábado, às 21h, domingos, às 19h.
Até o dia 09/08/2015. 

Vale conferir ;)


31 maio, 2015

Bilac Vê Estrelas

Bilac Vê Estrelas

Baseado em livro de Ruy Castro, musical que fez grande sucesso no Rio de Janeiro está em cartaz em São Paulo comemorando os 150 anos de nascimento do poeta Olavo Bilac. 
Heloisa Seixas e Julia Romeu acertaram nos dialogos em Bilac Vê Estrelas. 
Gostoso, divertido, poético e com elenco afiadíssimo, a gente assiste Bilac e quer mais quando termina. Joao Fonseca "desenhou" essa poesia de forma que o espectador acompanha facinho a história que se propôe contar, com musica de qualidade e atuações hilárias.
No elenco caprichado... tem André Dias (deliciosamente iluminado), Amanda Acosta com uma voz e atuação que seduz nossa alma e Alice Borges impagável numa Madame Lebiche que dá gosto.
Um musical genuinamente brasileiro, uma viagem pelas histórias e ruas do Rio de Janeiro no início da reforma urbanística de Pereira Passos. A história se passa no início do século XX, em plena Belle Époque carioca, e apresenta personagens históricos como o poeta Olavo Bilac (André Dias) e o jornalista José do Patrocínio (Sergio Menezes), em uma trama cômica que mistura ficção e realidade, onde os dois amigos têm que enfrentar a cobiça de uma espiã portuguesa (Amanda Acosta - hilária no papel), que se alia ao Padre Maximiliano (Caike Luna), interessados no projeto de um dirigível, criado por Patrocínio.
A parceria das autoras fluiu naturalmente. “Escrevemos juntas quase o tempo todo, trocando ideias, mas, às vezes, cada uma leva o texto para casa, relê e faz sugestões. Ninguém é responsável exclusivamente por uma parte, mas a Heloisa fica mais a cargo da estrutura da peça e eu, dos diálogos”, explica Julia. A adaptação demorou dois anos e a pesquisa foi muito além do romance que inspirou o espetáculo. “Não apenas lemos o livro, mas mergulhamos na obra do Bilac, em seus poemas e crônicas, e estudamos muito o Rio do início do século XX. Para acompanhar as aventuras dos personagens pelas ruas do Rio e por cenários clássicos da cidade, como a Confeitaria Colombo, Nei Lopes compôs xotes, valsas, lundus, quadrilhas francesas, maxixes, fados, modinhas e até ária de ópera.

 Ficha Técnica

Autoras: Heloisa Seixas e Julia Romeu
Música e letras: Nei Lopes
Diretor: João Fonseca
Diretor musical: Luís Filipe de Lima

Elenco: 
 André Dias, Amanda Acosta, Caike Luna, Sérgio Menezes, Alice Borges (atriz convidada), Andrea Dantas, Reiner Tenente, Gustavo Klein, Saulo Segreto, Jefferson Almeida, Claire Nativel e Augusto Volcato.

Músicos: Daniel Sanches, Oscar Bolão e Jorge Oscar
Cenógrafo: Nello Marrese
Figurinista: Carol Lobato
Coreógrafa: Sueli Guerra
Iluminadora: Daniela Sanchez
Sound Designer: Carlos Esteves
Projeto Gráfico: Radiográfico
Assistentes de produção: Luiza Toré e Isabela Reis
Produtora Executiva: Juliana Cabral
Diretora de produção: Amanda Menezes
Coordenação geral: Maria Angela Menezes
Produção: Tema Eventos Culturais
Patrocínio: BB Seguridade
.Espaço Promon (303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 – Itaim
Bilheteria: 3071.4236
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 18h

+detlahes em:
Morente Forte Comunicações
Temporada: até 26 de Julho

Diversão garantida
Vale conferir :)



22 março, 2015

Adorável Garoto

Adorável Garoto
 
Palavras, mais palavras, formando uma torre de palavras... que ora poderão ser "acessadas" por todos... ou dependendo da altura dessa torre, inalcancável para muitos.
A tradução dessas palavras podem gerar uma evolução, numa compreensão da alma ou apenas uma reflexão conceitual.
Seria como passar um baton na loucura da vida dando a ela uma outra tradução.
O texto em questão mostra um rapaz....que ...vivendo sozinho desde os tempos da faculdade, Isaac (Michel Blois), já adulto, volta à casa dos pais, Harry (Leonardo Franco) e Nan (Isabel Cavalcanti), em busca de abrigo. O rapaz encontra um lar esfacelado pela incomunicabilidade entre seus pais, e tudo se agrava quando ele expõe os motivos de sua volta, que desnorteiam os pais já em crise. O drama do filho, por vias inesperadas, acaba unindo Harry e Nan em torno de um objetivo comum: salvar e proteger o próprio filho, apesar dele ter quebrado um código moral absolutamente inquestionável. Amor, culpa, memórias e julgamento se entrelaçam nesta trama que reúne humor e drama.
Com elenco afiado e uma direção enxuta (Maria Maya) que faz uma leitura bacana de um assunto complexo... temos um momento de reflexão da psicocoisa humana.
Adorável Garoto (Beautiful Child), texto do celebrado dramaturgo norte americano Nicky Silver (também autor de Pterodátilos, Os Altruístas, Homens Gordos de Saia, Criados em Cativeiro, todas encenadas no Brasil), está em cartaz no Teatro Nair Bello.
Nascido na Filadélfia em 1960, Nicky Silver é considerado atualmente um dos mais produtivos e talentosos escritores de Nova York, e eventualmente comparado aos dramaturgos Eugène Ionesco (1909-1994) e Edward Albee (1928) por seu “realismo absurdo”. Suas obras navegam com a mesma desenvoltura pelo drama, pela comédia e pela farsa para tratar de temas universais – famílias disfuncionais, a sexualidade em suas variadas inclinações, desagregação, solidão. Desde o início dos anos 1980, os seus textos vem dominando os teatros novaiorquinos com grande impacto e sucesso.
“Não sei se o humor é uma forma, uma arma ou um instrumento que nos leva a resolver as coisas, mas acho que é a única ferramenta que nós, como seres humanos, temos para sobreviver. Eu não sei se o humor torna as coisas melhores, mas acho que as torna mais toleráveis, suportáveis. E essa é apenas a minha natureza de ver as coisas. É uma das ferramentas que temos para levar a vida adiante.”, afirmou o autor numa entrevista concedida ao jornal O Globo em 2011.
Adorável Garoto é um texto profundo e perturbador, e ao mesmo tempo repleto de situações cômicas e inusitadas.


Ficha Técnica
Autor: Nicky Silver
Adaptação: Gustavo Klien
Tradução: Roberto Bürguel
Direção: Maria Maya 
 
Elenco / Personagem:
 
Isabel Cavalcanti / Nan
Leonardo Franco / Harry
Michel Blois / Isaac
Mabel Cezar / Dra. Elizabeth Hilton
Raquel Rocha / Delia
 
Direção de Arte, Cenários e Figurinos: Ronald Teixeira
Direção de Movimento: Vietia Zangrandi
Iluminação: Adriana Ortiz
Designer: Letícia Andrade
Gerente de Marketing: Fabia Gomes
Assistente de Direção: Álvaro Chaer
Preparação Vocal: Veronica Machado
Visagismo: Mayco Soares
Fotos: Daniel Chiacos
Produção Executiva: Letícia Napole
Direção de Produção: Giba Ka & Maria Maya
 
Teatro Nair Bello (200 lugares)
Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – 3° andar.
Telefone: 3472-2414.
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
 
Temporada: até 29 de março
 
Vale conferir ;)




19 dezembro, 2014

Medéia

Medéia

Numa livre e simples adaptação de Nill de Pádua esta tragédia grega de Eurípedes que conta a história de Medéia, uma mulher traída que faz de tudo para se vingar de seu marido Jasão, mesmo quem nunca ouviu falar no assunto, e ou às vezes é refem de linguagens mais complexas para descrever esse tipo de dramaturgia... vai entender façinho. Gostoso ver o esmero com que o Nill cuidou da leitura do espetáculo.

"Em Corinto, a felicidade de Medeia foi de pouca duração. Já com filhos de Jasão, foi alvo da intriga do rei Creonte que influenciou Jasão a deixá-la, de modo a casá-lo com a sua filha, Creúsa (ou Glauce - Glauca). Tendo convencido Jasão, tratou de banir Medeia de Corinto. Esta, contudo, antes de abandonar a cidade, ainda conseguiu vingar-se, novamente aliando astúcia com magia. Fez chegar às mãos de Creúsa um vestido e jóias - um presente literalmente envenenado, já que cada acessório tinha sido embebido numa poção secreta. Assim que a sua rival se vestiu, sentiu o seu corpo invadido de um fogo misterioso que logo se espalhou para o seu pai, que a tentou socorrer, bem como para todo o palácio - episódio este que tem semelhanças com a morte de Héracles, por obra de Nesso. Alguns narradores contam que Medeia, em fuga, não teve possibilidade de levar consigo os filhos que, perante a negligência de Jasão, foram apedrejados até à morte pela família de Creonte, como vingança.
Contudo, a versão mais conhecida é ainda mais sombria e deve-se a Eurípides, na sua tragédia Medeia, apresentada pela primeira vez em 431 a.C.. Aqui, é a própria Medeia quem mata os filhos antes de fugir para Atenas, não num acesso de loucura, mas num acto de fria e premeditada vingança em relação ao marido infiel. Eurípides foi, na altura, acusado de ceder perante um elevado suborno de cidadãos coríntios que preferiam uma versão onde não fosse o povo daquela cidade a cometer o infanticídio" (W). Parabéns ao grupo.

Ficha Técnica:

Direção: Nill de Pádua e Samantha Verrone

Elenco:
Medéia: Priscila Canovas
Jasão: Diego Prado - Gabriel Cavalcante e Adriano Sabongi
Creonte: Raphael Emiliano - Mauricio Rett - Vinicios Bernardes
Glauca: Suellen Veríssimo e Poliana Maluf
Ama: Adriana Sintoni
Escravos: Fernando Kamikawachi e Emerson Murata
Apolo: Ewerton Medeiros
Hermes: Alef Ishara
Filha primogenita: Milene Hayashi
Sacerdotisa: Débora Taboada
Egeu: Victor Garbossa

Iluminação: Nill de Pádua
Trilha sonora: Victor Garbossa
Produção: Teatro Escola Nill de Pádua


Breve em cartaz:
Confira a programação de sua cidade.
 
Vale conferir ;)

03 novembro, 2014

Elza e Fred

Elza e Fred

Do filme (Argentino) de sucesso mundial: Elza e Fred - O Amor Não Tem Idade - nasce uma versão teatral de Marcela Guerty e Marcos Carnevale com tradução de Rodrigo Paz, descrevendo a terceira idade. No Brasil, sabemos, esse tema é um problema complexo, apesar de algumas leis facilitarem o descompasso de uma cultura fraca em termos de respeito ao idoso.
Mas isso é um tema vasto e autores que capricham na dramaturgia, podem ver o copo "meio cheio" dessa complexidade.
Atores afiados numa direção caprichada, simples e direta de Elias Andreato, nos entregam uma leitura doce, uma poesia, que descreve o encontro entre dois personagens da terceira idade. Doce porque comove o jeito com que os personagens Elza (Suely Franco - numa atuação impecável) e Fred (Umberto Magnani) buscam o carinho e o afeto, arrancando reações gostosas da plateia. Preencher essa lacuna do ser humano demanda um jogo de sedução que para Elza vale o custo beneficio. No elenco tem também Fernando Petelinkar (em excelente atuação), David Leroy, Mayara Magri, Eduardo Estrela, Luciano Schwab, Antonio Haddad Aguerre e Igor Dib.
Uma ótima opção dos palcos paulistanos.

Elenco:
Suely Franco, Umberto Magnani, Mayara Magri, Fernando Petelinkar, Eduardo Estrela, Luciano Schwab, David Leroy, Antonio Haddad Aguerre e Igor Dib.

Direção: Elias Andreato
Tradução: Rodrigo Paz

Assistente de Direção: Clovis Torres
Cenário e Figurinos: Fábio Namatame
Assistente de Figurinos: Juliano Lopes
Trilha Sonora Original ao vivo: Jonatan Harold
Iluminação: Wagner Freire
Assistente de Iluminação: Alessandra Marques
Direção de Projeção: Paulo Fax Projeção Cultural
Fotos: João Caldas
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Fotos de Cena RJ: Guga Melgar
Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações
Operador de Luz e Projeção: Equipe do Teatro Folha
Contra Regra: Equipe do Teatro Folha
Camareira: Ana Lúcia Laurino
Produção Executiva: Marcella Castilho
Administração: Thiago Rosa e Marcella Castilho
Direção de Produção: Cristina Sato e Charles Geraldi
Coordenação e Projeto: Charles Geraldi e Thiago Rosa
Idealização do Projeto: Charles Geraldi
Realização: Charge Produções e CYS Produções
Teatro Folha (305 lugares)
Avenida Higienópolis, 618 - Shopping Higienópolis
Informações: (11) 3823.2323

Sexta às 17h e 20h | Sábado e Domingo às 20h

Vale conferir :) 


12 setembro, 2014

Cada 2 Com Seus Pobrema

Cada 2 Com Seus Pobrema

Eu tive o prazer de assistir 'Cada 2 Com Seus Pobrema'... um requinte, um luxo, um talento - criatividade. Muito gostoso saborear a comédia feita por quem manja da coisa.
O espetáculo começa mostrando Aguinalda, uma governanta amarga e Lídia, uma atriz que abandonou a carreira e está sozinha e louca em sua casa. Tem direção primorosa de Paula Cohen e Kleber Montanheiro é responsável pelos cenários, figurinos e iluminação.
    Dois talentos no palco - 'Cada 2' não é uma continuação do projeto anterior, é um projeto independente com novos personagens e mostra em outro contexto alguns personagens já consagrados do ator.
Marcelo Médici que também é autor do espetáculo, é único, desenvolve uma cena no palco de forma ímpar... com uma leitura deliciosamente caprichada, gostosa.
Ele atuou em Joia Rara (novela da Rede Globo), entre outros trabalhos que desenvolve. Ele é uma Joia Rara no palco. Em 'Cada 2 Com Seus Pobrema', a plateia não precisa de "tradução" para entender as piadas, nem tem delay - reage instantaneamente ao texto e atuações impecáveis.
    Ricardo Rathsam, que interpreta o Dirceu e dirigiu a peça anterior (Eu Era Tudo Pra Ela e Ela  Me Deixou) está também no palco e encanta com seu brilho.
O publico agradece a esses talentos e aplaude em cena aberta.
Diversão garantida.



TEATRO FREI CANECA (600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569, 7 andar
Consolação São Paulo SP
Telefones: (11) 3472-2229 e (11) 3472-2230

Terças e quartas às 21h

Temporada de 10 de setembro a 26 de novembro.

Pára de achar que tá tudo uma merda e vai rir, vai ser feliz.

Vale conferir ;)